segunda-feira, 18 de abril de 2016

vice-campeã novo Guanabara

Pré Candidato Airton Filho
Presente na festa de comemoração pelo vice-campeonato
do clube novo Guanabara







Final Campeonato do Sinhá Sabóia

Pré Candidato Airton Filho
Presente em evento esportivo final campeonato do Sinhá Saboia.




terça-feira, 12 de abril de 2016

Tudo o que você precisa saber sobre reciclagem


Praticar reciclagem é um dos hábitos que considero parte de um mundo melhor, que desejamos deixar para nossos filhos. Por isso, convidei a nossa super especialista em sustentabilidade, Monique Fróes, para resolver as principais dúvidas que temos sobre o assunto. Você sabe se precisa lavar as embalagens que vão para a reciclagem? Se isopor é ou não reciclável? Como fica o recolhimento desses materiais na sua cidade? Então não deixe de ler as respostas a seguir!
Por Monique Fróes

reciclável
Esse símbolo indica um produto reciclável
A reciclagem vem ganhando espaço na mídia, fundamentalmente por conta dos problemas que o lixo traz e sobre os quais falamos um pouquinho no post passado. Mas, na nossa vida cotidiana, ela também está mais presente. Quer um exemplo? Vamos à praça de alimentação do shopping e, ao terminarmos a refeição, levamos nossa bandeja até as lixeiras e separamos nosso lixo em “orgânicos” e “recicláveis”, não é mesmo? Nos parques da cidade, na empresa onde trabalhamos, nos supermercados e em muitos outros lugares, a prática de separar o lixo reciclável virou uma constante. Até mesmo nos salões de beleza e nas clínicas médicas há um recipiente específico para depositar o copinho plástico que bebemos água. Incrível!
Mas junto dessa crescente e importante conscientização sobre reciclagem, surgem muitas dúvidas quando estamos diante das lixeiras. O papel que embrulha o sanduíche, ou que cobre a bandeja, vão para a lixeira do “orgânico” ou dos “recicláveis”? Bom, minha missão nesse post é tentar esclarecer um pouco mais o assunto. Então, vamos às dúvidas mais recorrentes:

Como separar o lixo reciclável em casa?
Talvez a primeira pergunta que as pessoas se fazem na hora de começar a reciclar o lixo de casa é: “preciso comprar um coletor para papel, outro para plástico, outro para metal e assim por diante?”. A resposta é não! Bastam dois coletores: um para recicláveis e outro para não recicláveis. No não reciclável, você vai depositar o lixo da cozinha (composto principalmente por restos de alimento) e o lixo do banheiro (obviamente você pode juntá-los na hora do descarte). No reciclável, você pode colocar tudo junto: o papel, o plástico, o metal e o vidro. Sabe por quê? Pois quando esse material reciclável chegar à empresa responsável pela reciclagem, eles serão jogados numa esteira e os funcionários realizarão uma triagem. Por isso, não se preocupe em separar os tipos de resíduos.

Devo lavar as embalagens antes de descartar para reciclagem?
Sim. Primeiro para não atrair vetores (insetos transmissores de doenças, como a dengue) e maus cheiros, segundo porque certas substâncias podem destruir a capacidade de determinado material ser reciclado. Explico. Imaginem vocês uma caixinha de leite ou uma latinha de bebida (nos quais sempre fica um restinho de líquido dentro, não tem jeito!) descartadas junto de revistas e jornais. O leite e a bebida “sujarão” os papéis e isso prejudicará o processo da reciclagem, certamente.
Mas atenção aqui: não estou dizendo que é preciso ficar lavando com esponja, sabão e tudo mais. O ideal é jogar uma água para que o restinho do líquido não contamine outros resíduos, ou até mesmo passar o papel toalha para tirar o excesso de um produto (como no caso dos potinhos de manteiga/margarina, por exemplo).

Onde devo descartar meu lixo reciclável?
Muitas cidades do Brasil inteiro, por conta da nova lei de resíduos sólidos, estão implantando a coleta seletiva, pois se tornou um dever das Prefeituras arcarem com essa tarefa. Aqui em São Paulo, por exemplo, um caminhão contratado pela prefeitura passa na minha casa toda quinta-feira apenas para pegar o lixo reciclável. Por isso, confira no site do seu município se esse tipo de serviço já é realizado ou se há algum lugar disponibilizado na cidade para depósito dos recicláveis. Se não houver, faça uma reclamação na ouvidoria da prefeitura e exerça seu direito como cidadão. Enquanto isso, procure por empresas ou supermercados que já adotaram projetos de reciclagem e que disponibilizam coletores em seus estabelecimentos.

E para terminar, deixo uma listinha com exemplos de resíduos que podem ser reciclados e os que não podem ser, em geral porque ainda não foi desenvolvida uma tecnologia para isso:
São recicláveis:
Jornais, revistas, listas telefônicas, cadernos, papel sulfite, papelão, cartolina, embalagens plásticas variadas (procure sempre pelo símbolo de reciclagem na embalagem; se não tiver, é porque não é reciclável), garrafas pet, embalagens metalizadas (como as de salgadinhos e biscoitos – que antes não eram, mas passaram a ser recicláveis), embalagens longa vida, latinhas de alumínio e enlatados, isopor, potes de conservas, vidros (inteiros ou quebrados), sacos plásticos, frascos de produtos de limpeza e higiene pessoal, utensílios plásticos usados (baldes, canetas, etc), brinquedos, talheres de metal, papel alumínio (limpo), escova de dente, etc.
Não são recicláveis:
Madeira, papéis engordurados ou sujos (como guardanapos ou papel higiênico), fitas de tecido, adesivos e etiquetas, fotografias, esponjas, fraldas descartáveis, latas de tinta, verniz, solventes químicos e inseticidas, clipes, grampos, lâmpadas, pilhas, baterias, óleos de cozinha, espelhos, cristais, louças de porcelana, eletrônicos, etc.
Uma dica que eu costumo dar às pessoas é: na dúvida, coloque para reciclar. Com certeza os funcionários da empresa de reciclagem saberão se é possível reaproveitar o material ou não. 

domingo, 10 de abril de 2016

O Tempo Está Passando Rápido!

Olá,
O mês de Abril começou. 3 meses já se passaram desde o início de 2016, e você já deve estar com aquele pensamento cada vez mais frequente: o ano está passando rápido.

Pois é, está mesmo. Na medida que o tempo passa rápido, muita coisa acontece. Crianças crescem, tornam-se adolescentes, e logo são adultas. Quem tem filho crescido sabe bem disso, o tempo passa rápido.

Boa parte do trabalho da LBV tem a ver com esse processo. Cuidar de quem será o futuro do nosso País. Parece até algo distante, mas não é. Garantir uma boa educação é mais que apenas ensinar o bê-a-bá. Há uma necessidade de também passar valores, aqueles aprendidos com os os mais antigos, para sermos pessoas boas.

Precisamos da sua ajuda nessa missão. Cada criança que afastamos da criminalidade, que é formada com uma mentalidade nova, que não passa por cima dos colegas para tentar ser "melhor", que não acredita na mentira como forma de vencer na vida, é um tijolo na melhoria do nosso País que tanto amamos.

Infelizmente não conseguimos atender todos que precisam desse apoio. Isso é possível apenas com um esforço. Nosso e dos nossos colaboradores. Nossa parte é garantir a melhor administração possível dos recursos, garantindo qualidade com custos baixos, a partir de parcerias, descontos de empresas e amigos de Boa Vontade.

A parte que precisamos de nossos colaboradores é o voto de confiança fazendo uma doação. Atender cada criança no contraturno escolar custa 276,24 por mês. Você pode ajudar como preferir. Você pode ser um doador mensal ou você pode fazer doação sempre que quiser. O valor fica por sua conta, dentro daquilo que você achar justo, merecido.

Nossa página possui criptografia, ou seja, seus dados estão protegidos. Muitos dos nossos doadores elogiam a praticidade da página, em média leva-se cerca de um minuto para concluir a doação. Além de tudo o que já falamos, você pode ganhar uma camiseta especial. Assim você, além do gesto de solidariedade que é a sua doação, espalha a mensagem do Bem para outras pessoas.
Diogo Gondim
Mobilização Online
0800-055 50 99
diogoc@lbv.org

sexta-feira, 1 de abril de 2016

PARA REFLETIR



Deputado Moses Rodrigues apresenta projeto que prioriza pessoas com câncer em financiamento habitacional e aumenta benefícios para deficientes .

A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados vai apreciar o Projeto de Lei nº 4601/16, de autoria do deputado federal Moses Rodrigues (PMDB), que prioriza o financiamento de casas populares do Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV) às pessoas com câncer, e às famílias de que façam parte. O projeto também propõe aumentar em 10% a entrada paga pelo Governo a estas pessoas e aos deficientes físicos para ajudar famílias de pequenas rendas a baixar as parcelas do financiamento da casa própria.

Ao receber do médico um diagnóstico de câncer, a vida do paciente e de seus familiares começa a sofrer diversas transformações.  “Os atingidos pela doença, assim como seus familiares, sofrem grandes abalos financeiros e emocionais com cirurgias, radioterapias e quimioterapias. É um duro tratramento muitas vezes sem sucesso. Portanto, cabe ao Poder Público, no mínimo, ter atenção especial e ajudar essas pessoas a concretizarem o direito social à moradia previsto no art. 6º da Constituição Federal”, reforça o deputado Moses Rodrigues.

De acordo com Moses Rodrigues, as famílias de pessoas que têm, ou tiveram nos últimos cinco anos algum tipo de câncer, terão prioridade no programa, assim como a prioridade que já é dada aos deficientes na Lei nº 11.977/2009, do Programa Minha Casa, Minha Vida.